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NOTA SOBRE o VOTO IMPRESSO

A posição contrária à PEC do voto impresso reforça uma análise técnica que o parlamentar sempre defendeu.  Cada projeto é estudado e debatido de acordo com as evidências científicas. A proposta apresentada era cheia de falhas.

Vamos aos pontos:

O projeto previa que 100% das urnas deveriam funcionar da maneira apresentada já em 2022. Isso é impossível. Toda mudança, por mais meritória que ela seja, precisa ser feita por etapas. A Índia, por exemplo, começou a implantar o mesmo sistema em 2011 e só terminou em 2019.

Segundo ponto: a proposta não era inclusiva. Uma pessoa cega precisaria sempre de outra pessoa conferindo se a cédula foi impressa. Assim, o direito constitucional do voto secreto estaria sendo completamente violado.

Além disso, como garantir que não vai existir falha humana nessa recontagem manual dos votos? Como garantir que não teremos manipulação? Como garantir que não teremos fraudes? O projeto em nada tratava sobre isso.

Por ultimo, quantas vezes já usamos máquinas de cartão de crédito que não imprimiram o comprovante? A mesma coisa com certeza pode acontecer nas urnas. E quando isso acontecer, vamos chamar o mesário pra resolver? Ele vai ter acesso ao voto de cada pessoa?

O deputado defende uma auditoria digital dos votos, com comprovante eletrônico e que tenha validade jurídica. É o mesmo modelo proposto pelo engenheiro Carlos Rocha, que foi o desenvolver das urnas eletrônicas. 

O deputado reforça ainda o seu compromisso e a sua luta por um sistema mais moderno, transparente e seguro. Mas isso demanda tempo e demanda planejamento.

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